(Marcos 11:25-26)
Quando se guarda uma mágoa, ressentimento de alguém, cria-se uma raiz de amargura no nosso coração (Hebreus 12:15) e como poderemos falar ou fazer coisa boas se há uma fonte amarga que jorra de dentro de nós :"Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa?" (Tiago 3:11). Certamente o nosso coração dirá daquilo que está contaminado: O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca." (Lucas 6:45).
Lembre-se que o perdão não é um sentimento e sim um ato de decisão pessoal, e esquecer-se de uma ofensa também não é perdoar, pois quando perdoamos esquecemos, mas o inverso não é verdadeiro, pois quando nos lembrarmos da ofensa ela brotará trazendo de volta o sentimento como se fora recente. Quando optamos por não perdoar é como se ficássemos trancados juntos em uma cela com a pessoa que não perdoamos, privados da liberdade, presos um ao outro, mas quando optamos pelo perdão, abrimos a porta desta cela, saindo e dando a opção desta pessoa de também sair, se ela quiser, é claro, mas estamos liberando-a no mundo espiritual.
A Parábola do Rei e do servo que o devia, em Mateus 18: 23-35, mostra que se não perdoarmos aqueles que nos ofendem, Deus pode optar também por não nos perdoar.
O perdão é um ato milagroso, que faz mudanças em nossa vida e na vida daqueles a quem decidimos por perdoar.
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